Seis cientistas brasileiras ganham destaque no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência


18 de fevereiro de 2026


Helena Nader, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Crédito: Mário/Marques/Divulgação ABC.


Reportagem celebra seis cientistas brasileiras e reforça a importância da representatividade feminina na ciência como motor de inovação, diversidade e inspiração para novas gerações.

Em 11 de fevereiro, data em que se celebra o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o portal Metrópoles publicou uma reportagem especial destacando seis cientistas brasileiras que vêm contribuindo de forma significativa para o avanço do conhecimento no país. A iniciativa reforça a importância da presença feminina na pesquisa científica e na formulação de políticas públicas que promovam maior equidade de gênero na área.

Entre as homenageadas está Helena Nader, primeira mulher a presidir a Academia Brasileira de Ciências. Professora emérita e referência na pesquisa biomédica, ela também se destaca pela defesa do fortalecimento da ciência e da ampliação de oportunidades para mulheres no meio acadêmico.

Na região amazônica, a bióloga Deliane Penha, professora da Universidade Federal do Oeste do Pará, realiza pesquisas de campo sobre a mortalidade de árvores e os fatores ecológicos que tornam a floresta mais vulnerável às mudanças ambientais.

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais aparece representado por duas lideranças femininas: Tatiana Ometto, responsável por programas de biossegurança de alta contenção e pela formação de equipes especializadas, e Maria Augusta Arruda, diretora do Laboratório Nacional de Biociências, com quase três décadas de atuação em biologia integrativa e imunoterapia.

Na interface entre física e saúde, a professora Fernanda Matias, da Universidade Federal de Alagoas, desenvolve estudos voltados ao aprimoramento do diagnóstico do Alzheimer e de outras condições médicas. Já Liu Lin, chefe da Divisão de Aceleradores no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, participou da construção e operação da primeira fonte de luz síncrotron brasileira e desempenha papel central no desenvolvimento de tecnologias de aceleração de partículas.

A diversidade das áreas de atuação, que vai da biologia à física aplicada, evidencia a presença cada vez mais expressiva de mulheres em posições de destaque na ciência brasileira. Suas trajetórias contribuem para o avanço científico, inspiram novas gerações e reforçam a necessidade de ampliar políticas de incentivo, permanência e liderança feminina na pesquisa.

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Para ler a matéria completa e conhecer em detalhes a trajetória de cada uma dessas cientistas, acesse a reportagem original no Portal Metrópoles.  

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